sexta-feira, 9 de setembro de 2016

PMDB move ação contra Facebook

"E durante a última ceia, Jesus olhou para seus discípulos e disse:
- Um de vocês é do PMDB."

terça-feira, 7 de julho de 2015

cazuza

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Locadoras

Alugar filme, pra mim, tá virando tão anos 90 quanto mandar carta. Pra quê se dar ao trabalho quando existe download e e-mail?

Adoro ir a locadoras, fico vendo filmes com a mesma alegria de uma mulher com um cartão de crédito recém-desbloqueado num shopping, mas só de pensar em alugar já me bate uma preguiça... tão pratico ter em casa – na estante ou no hd – tenho até a impressão que preciso rebobinar o DVD.

Aí dirão: mas a imagem do DVD sempre é melhor. Of course, mas nesse caso ainda prefiro o cinema, nem que seja para o pior dos filmes. Eu faço coleção de DVD’s, não tenho sequer um pirata na prateleira, mas confesso, se é pra assistir só uma vez e descartar, prefiro comprar um pirata – que sai um real em SP – do que alugar e devolver.

Sinto-me conivente com o crime alugando um filme por mais de 6 reais hoje em dia, é sério. Acho um absurdo, nas lojas Americanas você compra por R$ 10.

Quando um original sai a venda, claro que o valor é maior por ser lançamento, mas é só esperar uma semana que já diminui... por 7 dias ninguém vai morrer, a não ser que tenha recebido uma ligação da Samara, claro.

Agradeço ao Blu-ray, que está inferiorizando os dvds e fazendo seu preço cair. É lindo. Só não entendo pq as locadoras insistem em aumentar o valor da locação...

sábado, 12 de março de 2011

Não é preciso complicar

O que eu gosto do cancioneiro brasileiro é que as músicas mais balaios e sutis possuem uma energia tão forte que certos versos trago junto à lista dos 10 Mandamentos. Muitas sensação e momentos que eu vivo remetem, sempre, à algum trecho. Uma frase tão comum, tão clichê, tão óbvia, que quando vivida se torna tão verdadeira e intensa. E penso: poxa, que delícia ver explicado tal sentimento, que interessante ver que alguém passou por esse mesmo, que bonito fica ver uma alegria e uma dor, assim narrada e cantada, ritmada e entendida.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ilhéus



Duas coisas que deram o que falar nesses tempos e não me chocaram. A GaGa e o Gago. A cantora no Grammy e o rei no discurso.

“O Discurso do Rei” não é um filme ruim, não mesmo, é até difícil não gostar dele ou exigir mais, porque é aquilo e pronto. Pela primeira vez gostei de uma atuação do Colin Firth, e é muito bom saber o que se passou antes do tal discurso, que desencadeou situações que refletem até hoje. Mas é isso. Um bom filme, um ótimo argumento, muito bem produzido, tudo bonitinho, digno de Oscar, mas nada espetacular, não saí pensando na história e nem querendo rever tão cedo.

Já a GaGa, bem, a Lady GaGa, por ser ela, é claro que é criado toda uma expectativa em cima de suas apresentações, também pudera, ela pede isso. Roupas de carne, sangue no palco, carbonizada com Elton John, quebrando carro, subindo no piano e coisas do tipo estão aí para provar. Mas dessa vez a apresentação foi tranquila, nada demais, bem abrasileirada até, com roupa e a dança a la Carla Perez e música com uma letra a la Caymmi. É ruim quando associam a imagem de uma pessoa à apresentações chocantes, pq quando ela vem “normal”, natural, é capaz de ser julgada até pelo Bento XVI. Aposto que ele ficou assistindo o Grammy e fazendo “mamama” nos intervalos.

Não entendo essa garota, o mundo inteiro virou fã, e até os mais poderosos do pop, como Madonna, viram que o negócio é não se revoltar pra não provocar discussões no estilo “qual é melhor?”. Tais certa Madonna, se não pode com o inimigo – que não é o caso, mas sabemos que no mundo da música pop a podridão é maior que em São Paulo, junte-se a ele. E pra não dizerem que a Gaga não chocou, numa ironia talvez proposital: ela chegou em um ovo.


Música pop não faz o meu estilo, mas gosto da Lady GaGa - até pq ela passeia em outros gêneros. Não sou fã do tipo que conhece todas as músicas, mas daquele que não se incomoda quando está tocando algo e gosta de ver um vídeo e outro no youtube, ela é uma artista de verdade, faz tempo que não aparecia alguém no POP com uma junção de talentos.

Ela é a oitentista mais século vinte e um da música, que dança, representa, tem uma voz linda e consegue chamar atenção da mídia pelo trabalho.

Ousada?


Existem cantores que não sei por qual razão o povo OU IDOLATRA, OU ODEIA. Um desses exemplos é a Maria Gadú. Não tem como só gostar?

Tô longe de fazer parte dos que a detestam, assim como dos que a amam. É até infantil esse amor todo com alguém que nem teve tempo o suficiente pra provar o talento, estamos conhecendo Maria Gadu, apenas isso por enquanto. Gosto de uma música e outra e estou aberto a conhecer novos trabalhos.

O que me indigna é essa pagação de pau e elogios forçados que só servem pra moto-táxi baixar o cd e ouvir no celular enquanto dirige, achando que é a nova Bethânia. Por que esse tesão todo da imprensa em querer esfregar um novo talento? Talentosa ela é, ouço mesmo, mas não me venham dizer que é responsável por trazer um novo rosto pra nossa música, pq sapa na MPB é mais batido que milkshake de ovomaltine. E nem se pode dizer que é "criadora" das releituras... na-na-ni-na-não.

Ousadia cantar Chico Buarque num mesmo cd que tem Kelly Key? I'm sorry, mas Sandy e Júnior cantavam Chico no mesmo show que tinha "Vamos pular", então para. Releitura de Kelly Key? Esse é o ápice do talento? Não né, achar engraçado e diferente tudo bem, mas a Mallu Magalhães faz coisa parecida, o mesmo "Shimbalaiê" dela está classificado junto com "Tchubaruba" no gênero criancês. E não sei se vocês sabem, mas "Shimbalaiê" foi composta por Maria Gadu quando ela tinha 10 anos. Li isso essa semana na Folha, e juro, nem precisava da confirmação, já imaginava. Deve ser ótimo pra ela, que vê o público dando prêmios pelo o quê fez no primário, mas não pra mim.

Como exemplo, mostro aqui a elogiadissima apresentação dela patrocinada pela revista VEJA, que adorou a ousadia da "nova roupagem" ao clássico "Trem das Onze", do Adoniran Barbosa.

Ousadia? Pois bem, aqui coloco a apresentação dela - que é boa - mas por favor, não chamem isso de original, já que há quase quarenta anos Gal Costa fez exatamente o mesmo com a mesma música, pegou o mesmo sambão e fez sua própria versão. Se é pra falar, que abra o peito, Gadu, e diga que é uma releitura da Gal, e não que tem essas ideias em epifanias no brejo.

Maria Gadú - Trem das Onze (2009)




Gal Costa - Trem das Onze (1973)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

2.0

Põe mais 15 doses nesse bolo, garçom!


que es un soplo la vida,

que veinte años no es nada,

que febril la mirada, errante en las sombras,

te busca y te nombra.

Vivir... con el alma aferrada

a un dulce recuerdo,

que lloro otra vez.

[Gardel]

tão mal, tão bom

De aniversário quis cigarros

comemoro um ano de vida

dando alguns tragos na morte...

são vinte numa carteira

são vinte num corpo

um para cada ano.

acendo e logo ele vai

ele me acende

e sei que um dia também me apaga.

tão marl,

tão boro.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O essencial é invisível aos olhos

Postagem dedicada à Camila, que fez esse assunto vir a tona esses dias e me motivou a contar novamente essa história.




Dizem nossos manezinhos da Ilha que no inicio do século o povo da praia do Campeche recebeu uma visita um tanto quanto inusitada. Odeio o termo “um tanto quanto”, mas enfim. A história conta que um avião pousou naquela região e o piloto, era ninguém menos que Antoine de Saint Exupéry, o autor de “O Pequeno Príncipe”. Era uma época onde pousar com avião não era tarefa para qualquer um, e precisando de ajuda, ficou amigo do pescador Seu Deca, residente em Floripa.

Essa história foi passada de geração em geração, tornando o local conhecido por este acontecimento, tendo até mesmo uma avenida batizada de “Avenida Pequeno Príncipe”.

Para os mais letrados, esta visita não passa de “história de pescador”. Seu Deca foi considerado um “Pequeno Príncipe às avessas”, já que vivia enchendo a boca para contar sobre o Exupéry e poucos acreditavam. Dizia ele, que sem saber pronunciar o nome do Francês, o autor foi carinhosamente apelidado pelos manezinhos da Ilha de “Zé Perri”.

Uma pena que S. Deca morreu sem poder provar que realmente Exupéry se encantou com a beleza da Ilha e seus costumes, pois há dois anos, ele foi lembrado por todos da região. O sobrinho-afilhado do escritor francês veio até Florianópolis conhecer o local que foi, por um bom tempo, motivo de anotações nos cadernos do tio... e agora, para surpresa de todos, sabemos que foi a mais pura verdade e que os dois, de fato, se cativaram. O princípio da raposa. Cativar.

Uma história muito parecida se repete aqui bem pertinho de Floripa, em Balneário Camboriú.

Já é antiga a lenda na cidade que há muito tempo, um avião “inglês” pousou na orla de Balneário, atrás de um combustível especifico. O povo sem entender muito bem o idioma, não teve uma comunicação de sucesso, mas devido ao luxuoso transporte e pela maneira cordial em que foram tratados, disseram para todos que quem estava dentro daquele avião era ninguém menos do que a Rainha. De tanto os “antigos” repetirem esse acontecimento, aquele pedacinho de chão foi nomeado de “Estrada da Rainha”, lá no Pontal Norte. Hoje poucos conhecem a história e até se indagam de o porquê deste nome... tá aí a explicação.

Se era mesmo a Rainha, não se sabe. Todos que presenciaram o momento fazem questão de contar essa história para seus filhos e amigos. Quem sabe a falta de comunicação se deu porque além de falar inglês o “turista” também fosse gago? Seria ótimo, imagina, o pai da Bethinha por aqui, antes do discurso. Temos história de Oscar. Enfim, por que não acreditar que era mesmo a Rainha, ou então, na melhor das hipóteses, achar Exupéry veio dar o ar da graça na maravilha do Atlântico Sul? É uma inspiração e tanto!

Pelo menos temos história pra contar. Estou pensando em inventar alguma para explicar o nome do “Morro do Baiano”. Que tal dizer que Caymmi, então só, sem Anália, passou por aqui ao errar o caminho de Maracangalha?

Bancos

Não entendo como certas coisas nos bancos ainda andam tão primitivas.

Logo no bancos, tão cheios de tecnologia, que você acessa sua conta onde quiser, saca dinheiro em qualquer lugar, paga conta pelo telefone, etc. É um saco que as contas só podem ser alteradas na agência onde a conta foi criada, tinha que ser algo meio que universal, um sistema conectado e atualizado na hora em todos os bancos. Um problema de lá, resolvo aqui. Pronto, ótimo, tudo fica odara.

Me incomodo tanto com isso... no Rio de Janeiro tem coisas do Itaú que só consigo resolver aqui, pra isso teria que transferir minha conta pra lá. Já do Banco do Brasil, que é a que estou movimento aqui em SC, não consigo alterar algumas coisas pq só podem ser feitas no Rio de Janeiro, do contrário é uma burocracia do capeta. Hoje mesmo me falaram que eu teria que ir ao Rio pra resolver um negócio ou então transferir pra SC. É assim? Oito ou oitenta? Tenho que viajar só pra isso? E se transfiro e depois volto pra lá, tenho que transferir de novo? Vai ficar nessa lenga lenga sempre? Não tem como ser prático e em qualquer lugar eu mandar na minha conta? Fico indignado, e não são poucas coisas que só podem ser resolvidas “na sua agência, senhor”.

Enfim, desculpa o desabafo Bial. É que a mulher do banco jamais me escutaria... e os caixas então, devem estat tão acostumados com isso que no café da tarde devem ficar comentando e rindo do nervosismo do cliente. Precisei. E ainda insisto: mas poxa... logo os Bancos, que parecem – e são, tão modernos, continuam com esse arcadismo.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

s2


Dúvida

Esse filme não era pra se chamar Eclipse?



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Laxante mental

Vou falar sobre isso e citar essas palavras agora e prometo nunca mais tocar no assunto, mas preciso deixar claro: os termos “cagar”, “peidar”, “coco” ou qualquer outra função do seu intestino jamais deverão entrar em pauta comigo, ok? Se você não consegue se segurar e adora uma piada do gênero, evite quando eu estiver junto. Aliás, evite com qualquer pessoa. Eu não acho graça. Até porque não é assunto de gente normal, convenhamos. É sério, eu acho escroto demais, principalmente se não houver intimidade, seja lá qual for a situação que envolva o caso. Eu perco toda consideração pela pessoa. É questão de educação, onde já se viu, falar – literalmente – sobre merda? Tem activia no cérebro por acaso?

Para os meus amigos eu digo: todos aqui são a Sandy, ninguém faz isso. Não quero detalhes de ninguém, muito obrigado. Se o assunto for de saúde, coisa séria, tudo bem, mas ainda assim prefiro que procure a mulher do laboratório, ela tá lá pra isso, acostumada até a examinar. Não tenho cara de Postinho, né?

Estamos conversados? Espero que sim, porque eu não sou obrigado e nem quero repetir. Também não sou banheiro pra ficar ouvindo merda. Posso ter essa cara de cu de vez em quando, mas isso não justifica.

Se você acha normal, natural, ok, tudo bem, eu te entendo, é uma das funções vitais do corpo humano – mas isso não me obriga a falar nem ouvir sobre. Tenho assuntos melhores pra conversar. Não seja desagradável.

Se quisesse ouvir merda eu virava um vaso sanitário ou comprava um cd do Restart e pronto, problema resolvido.

MPB




Adoro a nova “safra” de cantoras de MPB. Não entendo, o povo reclama porque estão surgindo muitas, que não inovam, etc, etc. Quando não têm, dizem que estamos pobre em cultura e que brasileiro é assim mesmo. Poxa, nunca estivemos em uma fase tão farta de novos talentos na música popular desde a Tropicália.

Se não gosta, é só desligar o rádio ou trocar de música. O ouvido é seu, só ouve o que quer. Se estiver te incomodando tanto, a ponto de surtar, sei lá, some, vai contar grão areia... esse povo que reclama por reclamar achando que inferiorizando os outros se tornam superiores é o fim. Por que essa gente não vai chupar sonho de valsa pra ver se vira ouro branco ao invés de se preocupar com o que dizem – contraditoriamente – sentirem-se indiferente?

domingo, 20 de fevereiro de 2011

La piel que habito

Esse é o cartaz do novo filme do Almodóvar. Tô muito curioso, ele disse que vai ser algo bem diferente do que já fez...


- Almodóvar? O que é isso, menino? É de comer?
- Depende...
(maldade... haha)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tico tico

Sempre sinto algo estranho quando estou no centro do RJ, como se em outra vida tivesse vivido por lá.

E quando ouço marchinhas de carnaval, Chiquinha Gonzaga, Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, tenho mais certeza ainda... sou de outra época. Passo pelas ruas do centro carioca sentindo a História - com agá maiúsculo, ao meu redor. E preocupado com quem na correria se esquece do quão valioso tudo aquilo é...

O que me inspirou a compartilhar isso foi um vídeo que o Robson me mandou, de um filme que adoro. Clique aqui para assistir, é "Chica Chica Boom Chic" no filme "Uma noite no Rio"
Sou tão fã da Carmen Miranda que sempre que vou ao Rio faço uma visita onde o corpo dela descansa. Essa foto eu mesmo tirei:



Curioso que muitos artistas que temos orgulho, ou usamos como referência nacional, na verdade nem nasceram no Brasil. Carmen Miranda, por exemplo, é portuguesa. Clarice Lispector, considerada uma das maiores escritoras brasileira, na verdade é da Ucrânia. Marina Colassanti, que também não nasceu no Brasil e é destaque em nossa literatura - talvez das vivas, minha preferida, diz algo que concordo: não preciso de um endereço no Planeta, sou daqui, sou de lá, ninguém vai me obrigar a dizer que sou ou não sou brasileira e todos deveriam ser assim, do mundo.

Educação

Chamar alguém te feio não te deixará mais bonito, chamar alguém de burro não te fará inteligente e nem chamar alguém de gordo vai te emagrecer. Atenção, estamos em 2011, e uma boa educação está na moda.

Aliás, educação nunca saiu de moda. É o primeiro grito, sempre.

Claro, a internet deixou as declarações de amor mais práticas... mas a velha cartinha ainda não saiu de moda. Ela faz com que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel. E isso não há banda larga que pague!

Justificativa

Minha mãe reclama dos escândalos, brincadeiras e música alta aqui de cada com medo do que os vizinhos vão pensar. Eu mostro o lado positivo:

- Mãe, ele é farmacêutico, é bom saber da nossa loucura pq não vai negar desconto nem tele-entrega de algum remédio... e até quem sabe quando me ver cantando Elza bem alto na janela ele me ofereça um tarja preta, sem receita nem recibo. Ó que maravilha.

(só espero que ele não leia meu blog)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Não temos gps



Que mania o povo tem de me perguntar “conhece tal pessoa, aquele gordinho e tal?”. PÔ, só pq é gordo acha que eu tenho que conhecer?

Vale lembrar: nós gordos não somos interligados, nem todo mundo se conhece. Ok? #Dica

É tipo um AA? Só que do Vigilantes do peso?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Black Swan (ou A Louca do Balé)



Sobre Black Swan: se você quer assistir, veja no cinema. Eu queria dar detalhes sobre o que achei, mas como é um filme que ainda vai se falar bastante, melhor eu guardar pra mim alguns detalhes pq com certeza sua curiosidade o levará até ele. Não quero estragar surpresa de ninguém.

Antes de ver um filme eu nunca leio crítica especializada nem procuro assistir trailer. Eu detesto isso. Gosto de ir virgem, sem saber de nada.

Mas só digo uma coisa: a Natalie Portman tem que levar o OSCAR.

Antes de ver o filme, minha ansiedade maior era pela trilha sonora, já que o diretor qdo fez Requiem for a dream simplesmente me deixou chocado.

Além da base que eu tinha da trilha de Requien for a dream, em Cisne Negro, como o próprio título sugere, pensei no clássico de Tchaicovzky: e não me decepcionei. Toca praticamente o balé inteiro, nos momentos mais oportunos.

É um filme bem cara de “quero levar o Oscar”, mas quem diz que filme assim é ruim? Eu adorei.

Me apaixonei por O Lago dos Cisnes quando numa cena da minissérie Agosto, baseada no livro do Rubem Fonseca, tocou esse balé numa vitrola. Dali então, ouvi sem parar.

Gosto de filmes que mostram os bastidores das artes, o meu preferido nesse estilo é “La nuit américaine”, do Truffaut. Esse é um filme que quem não só gosta de cinema como quer trabalhar na área é OBRIGADO a assistir. Em “Black Swan” temos um panorama do artista criando seu personagem e o quanto aquilo pode influencia-lo, como Truffaut também fez em “Le Dernier Métro”, esse com a Catherine Deneuve, tão linda quanto a Natalia Portman – só que não anoréxica (a magreza dela em Black Swan inspira preocupação). Quem gosta desse estilo de filme também não pode deixar de ver “Shakespeare in love” e “Romance”, do Guel Arraes, que é um dos melhores do cinema nacional.

Elogios: força de expressão



Elogios que não entendo: “nossa, tem pés de bailaria”. Era pra ser um elogio? Já viu o pé de uma bailarina? É todo arrebentado!

Outro é: “come igual a um passarinho”. Isso era pra ser delicado? Sério? Passarinho faz uma sujeirada quando come, esparrama alpiste por tudo e tá comendo o dia inteiro. Não, não é elogio. Ritalina pro passarinho.

Se alguém falar:

“- Nossa, ela é uma lady. Tem pés de bailarina e no almoço então... come igual a um passarinho”

Juro que vou imaginar uma calopsita frenética esfomeada comendo e ciscando com as patinhas arrebentadas. E nem vou achar avant-garde.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Inzoneiro


Queria uma rede.

Aliás, tenho rede, só faltam os ganchos. Well, que seja: então queria um coqueiro. Isso mesmo. Um coqueiro que dá coco, onde eu amarro a minha rede...

né Ary Barroso?